Recentemente conquistamos a Certificação Lixo Zero em nossos escritórios de Barueri e Belo Horizonte por atingir 90%, sendo o nível mais alto de alcance, de nossos resíduos gerados sendo destinados para reciclagem, reuso ou compostagem. “Os resíduos orgânicos se transformam em adubo, enquanto os materiais recicláveis são reinseridos na cadeia produtiva, potencializando ao máximo o reaproveitamento”, comenta Leo Cesar Melo, CEO do Grupo Allonda.

Para esta conquista foi necessário revisitar o processo de gestão residual. Executamos um plano de ação envolvendo o mapeamento dos resíduos gerados para, assim, redesenhar estrategicamente a localização dos pontos de descarte dos recicláveis, não recicláveis e compostáveis. Nossos integrantes tiveram um papel fundamental para alcançarmos esta certificação, entendendo sobre a importância da separação e destinação correta.

Em Belo Horizonte os materiais recicláveis são doados à Associação dos Catadores de Papelão e Material Reaproveitável (Asmare), espaço de transformação social que envolve pessoas em situação de rua e catadores, além de produção artística com o uso dos materiais. Já em Barueri, são destinados à Multilixo, empresa parceira que faz este gerenciamento. O adubo gerado a partir da compostagem é encaminhado para o projeto Horta da Gente, que tem como objetivo a reinserção social de moradores de rua e a segurança alimentar da população em situação de vulnerabilidade no município.

Lixo Zero ajuda empresas a se destacarem no mercado

É cada vez maior a exigência do mercado em relação às práticas adotadas por empresas sobre questões ligadas ao meio ambiente. Consumidores, investidores e parceiros procuram companhias que estejam de fato preocupadas com esta pauta e que tenham a sustentabilidade como um de seus principais pilares de gestão.

Um dos temas está diretamente relacionado com a geração de resíduos. O conceito Lixo Zero, estabelecido pelo movimento ZWIA – Zero Waste International Alliance, consiste no máximo aproveitamento e correto destinação dos resíduos e a redução – ou mesmo o fim – do descarte destes materiais para os aterros sanitários e/ou para a incineração.

“É muito comum olharmos principalmente para os resíduos da nossa cadeia produtiva, mas diariamente descartamos papéis, embalagens, restos de comida e outros itens que podem e devem ser reaproveitados também, ainda que sejam em menor escala. A oferta de soluções aos nossos clientes para uma boa gestão de seus resíduos faz parte do nosso negócio e, naturalmente, este é um comportamento que devemos ter em qualquer operação e escritório”, conta Melo.