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Estação de tratamento de água em Brumadinho ajuda a recuperar rio Paraopeba

Tratamento de dois milhões de litros de água por hora, o que daria para encher o equivalente a 480 piscinas olímpicas por dia. Esse é o potencial de vazão da ETAF, estação de tratamento de água fluvial, construída e operada pela Allonda em Brumadinho para tratar a água do Rio Paraopeba, poluído por rejeito após o rompimento da barragem do Córrego do Feijão em janeiro deste ano.

Para impedir que os sedimentos avancem pelo Rio Paraopeba, a Vale acaba de concluir a obra que reduz o carreamento de sólidos decorrentes do rompimento da barragem. A Allonda foi a empresa contratada para desenvolver o projeto de engenharia, construção e operação da Estação de Tratamento de Água Fluvial (ETAF), cujo processo é possível conhecer no vídeo abaixo.

 

Durante o tratamento da água são utilizados produtos químicos sem características de ecotoxicidade. Além disso, todos os procedimentos estão em conformidade com as determinações do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Funciona assim: a estação de tratamento separa a água do córrego dos resíduos sólidos a partir de um processo de decantação, passando pela filtragem e então a água limpa retorna ao córrego Casa Branca, afluente do Paraopeba.

Todo este processo tem sido muito importante e necessário para reduzir a movimentação dos sedimentos no curso do rio, reduzindo os impactos ambientais e contribuindo para a recuperação das áreas atingidas. Para saber mais clique aqui e leia o estudo de caso.

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