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Com grandes projetos no Brasil, Allonda Ambiental quer crescer no mercado Latino Americano

Com quase 20 anos de história, a Allonda Ambiental, empresa de engenharia com atuação em soluções ambientais sustentáveis, quer expandir ainda mais seus negócios no mercado Latino Americano. De acordo com o CEO da companhia, Leo Cesar Melo, até meados deste ano, as negociações realizadas fora do país já representam 10% das oportunidades que estão sendo prospectadas pela empresa, com chances de trabalho em países como Peru, Uruguai e Argentina.

“A intenção em conquistar novo mercado fora do Brasil ficou latente no final de 2017, quando construímos nosso mapa estratégico para o período de 2018 a 2022”, explica Melo.

Foi justamente na Argentina, há um ano, o primeiro projeto conquistado fora do Brasil. “Até então, o nosso maior preço de venda de uma solução ambiental”, revela o CEO da companhia. O serviço é para a dragagem de 11.000.000 m³ no Rio Salado, em Roque Perez. O objetivo é retirar do corpo hídrico sólidos caracterizados como uma mistura de argila, areia e possibilidades de tabatinga e moledo. O trabalho deve durar 30 meses e em emprega cerca de 25 pessoas, entre brasileiros e argentinos.

A empresa fundada em 2000 começou pequena, com apenas seis funcionários, e voltada somente para o fornecimento de equipamentos para o segmento de saneamento, tais como bombas, válvulas e geradores. Quatro anos depois, se tornou pioneira ao trazer para o Brasil a tecnologia Geotube para tratamento de sedimentos, por meio da representação comercial holandesa Tencate. Até que, em 2010, a empresa passou finalmente a se reposicionar como empresa de prestação de serviços ambientais.

Mas foi a partir de 2012 que a Allonda Ambiental começou a conquistar clientes de grande porte. “Em sete anos, até 2019, a empresa registrou em crescimento de 440% em seu faturamento, e de 500% no número de funcionários, chegando hoje a mais de 600 colaboradores”, contabiliza o CEO. Nesse período, surgiram alguns de seus maiores projetos, como o caso do início da despoluição do rio Paraopeba impactado após o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em que houve necessidade de rápida interrupção da progressão do rejeito pelo rio, bem como tratamento para a vazão e turbidez da água voltarem aos padrões exigidos pelo Conama. A Allonda fez o projeto de engenharia e construção da ETAF, estação de tratamento de água fluvial, e atualmente trata a água contaminada com volume de dois milhões de litros por hora, o que daria para encher o equivalente a 480 piscinas olímpicas por dia. Além disso, é responsável retirada de rejeito no leito do rio através de dragagem, com tratamento do material e destinação dos sólidos em Geotube.

Realizados aqui no Brasil, também merecem destaque os trabalhos de tratamento de sedimentos contaminados para a Embraport – Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Santos/SP), para a GE Oil&Gas (Rio de Janeiro/RJ), para o Tiplam – Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (Santos/SP), e para o núcleo de aterro estruturado para a construção do Estaleiro e Base Naval Canal do Fundão (Rio de Janeiro/RJ). Juntos, esses quatro projetos, somam mais de dois milhões de m³ de resíduos tratados.

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