As empresas portuárias têm uma missão importante que precisa estar fixada em seu planejamento – lidar, de forma consciente, com os impactos ambientais. São ações obrigatórias, de curto e longo prazo, que visam minimizar os desequilíbrios gerados pelas atividades do setor.

Por isso é tão relevante a existência de um planejamento ambiental, que traga um diagnóstico e um estudo da área, considerando os impactos e os riscos de acidentes. 

Assim, é possível visualizar de maneira assertiva o cenário em questão e com isso assumir uma postura inteligente e progressiva.

Vale ainda lembrar que, ao lidar corretamente com os impactos ambientais, seguindo medidas sustentáveis, não há somente a redução de custos, mas a preservação dos recursos naturais e a consolidação da imagem da empresa como ambientalmente responsável.

Nesse sentido, para saber tudo o que importa para o seu negócio no que se refere a esse assunto, continue a leitura!

O que considerar no planejamento ou gestão dos projetos em empresas portuárias?

Como sabemos, os processos oriundos das atividades de infraestrutura possuem diversos riscos ao meio ambiente.

Para  agir de maneira preventiva sobre esses riscos, as empresas devem contar com um parceiro capaz de mapear por completo as ameaças e preparado para realizar ações que diminuam ou liquidem esses impactos. 

Agora, você sabe todos os pontos a considerar ao planejar e gerir os projetos portuários?

O primeiro passo é entender os aspectos resultantes do setor, tais como erosão e assoreamento localizados, ameaça aos animais da região do empreendimento, contaminação de organismos aquáticos, poeira e material particulado, entre outros.

Tenha claro que essa etapa mais teórica, de planejamento ambiental, é imprescindível para uma gestão adequada, que beneficie, posteriormente, o ecossistema.

O intuito, nesse sentido, é ter menos impactos e conflitos socioambientais, menos custos e maior sustentabilidade para o entorno.

É especialmente importante que as empresas portuárias sigam os regulamentos de exploração da atividade, que fundamentam a atuação do segmento. Elas precisam estar comprometidas com a proteção e valorização ambiental, para então agir no que tange à operação.

A depender dos resíduos obtidos com as ações portuárias, existem compromissos que podem ser assumidos para atuar na redução da geração e reaproveitamento. 

É possível focar em recuperar áreas degradadas ao invés de pagar indenizações e multas por danos ambientais ou desenvolver projetos para amenizar tais danos e até elaborar sistemas e técnicas para destinar corretamente os resíduos líquidos e sólidos.

Que tipo de suporte buscar no mercado?

Após ter claro que os impactos ambientais dizem respeito às atitudes implementadas pelo negócio, é hora de praticar ações ao nível de proteção, preservação e recuperação.

Saiba que é fato a ocorrência de poluentes no processo das empresas portuárias, o que não se pode deixar de fazer é pensar em soluções para inibir ao máximo tais decorrências.

Para auxiliar seu negócio quanto a isso, é possível buscar suporte no mercado, recorrendo a profissionais altamente capacitados, éticos e engajados com a causa ambiental.

Uma dica é optar por empresas com experiência no segmento portuário, que disponham de provas concretas, como cases de sucesso, para expor o seu valor. Devido aos desafios a serem enfrentados, é fundamental uma gestão estratégica e minuciosa.

Entre as soluções disponíveis para o setor de Portos e Hidrovias, é possível encontrar:

Tratamento de água – ETA

Os recursos hídricos são alvos constantes de esforços que visem a sua preservação, já que diferentemente do que muitos pensam, não são vitalícios. 

Assim, vale buscar soluções para redução do consumo, racionalização e consumo consciente, além, claro, de realizar práticas de reuso.

Uma boa opção é buscar empresas que realizem estudos hidrogeológicos, capazes de determinar, quantificar e analisar o balanço hídrico da região, para dessa forma implementar projetos que reduzam a necessidade de compra de água.

Tratamento de efluente – ETE 

O intuito de uma Estação de Tratamento de Efluentes é garantir que os despejos atendam aos requisitos previstos em lei. Para isso ocorrer, é importante conhecer a composição do efluente e a classificação do corpo d’água em que será despejado.

Neste serviço estão algumas oportunidades para incluir mais sustentabilidade. O resultado do tratamento pode ser água de reuso, por exemplo. É possível também analisar o lodo gerado para produção de biomassa ou biogás. Ou seja, tratar os efluentes com foco na economia circular é uma ótima opção.

Compensação ambiental

Essa é uma dica útil para empresas de grande porte – ter o contato de prestadores de serviços que atuam com compensação ambiental. Ela serve para reduzir danos gerados ao longo do projeto, o que é essencial para o planejamento e gestão das atividades portuárias.

Dragagem marítima

O desassoreamento de canais portuários é um serviço recorrente e necessário, seja para a manutenção da estrutura, seja para ampliação da capacidade do terminal.

Contar com um suporte para casos em que há a necessidade de tratar sedimentos contaminados em canais portuários, rios, lagos e até mesmo em alto mar, envolve a aplicação de um serviço de dragagem que deve ser realizado por uma equipe especializada.

E então?

Como vimos neste conteúdo, existem várias maneiras das empresas portuárias lidarem com os impactos ambientais resultantes das suas atividades. 

Para isso, é indicada a elaboração de um planejamento focado na gestão sustentável, visando ações de curto e longo prazo para minimizar desequilíbrios decorrentes dos processos.

É possível, ainda, contar com o auxílio de soluções dispostas no mercado por prestadores de serviços habilitados. Certamente, essa é uma forma interessante para implementar práticas estratégicas e conscientes para o seu setor.

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