A gestão sustentável de resíduos na indústria implica também na desidratação de sedimentos ou lodo provenientes de bacias de tratamento, serviço essencial para a manutenção da qualidade do tratamento e disponibilidade das estruturas no processo produtivo. Esses processos não apenas minimizam o impacto ambiental, mas também abrem espaço para projetos de reutilização de recursos e reforçam a segurança operacional.
A Allonda é responsável pelas maiores operações de desidratação de lodo contaminado do Brasil. Com uma equipe altamente qualificada e tecnologias de ponta, garantimos soluções eficientes e personalizadas para cada cliente. Nossa expertise nos permite enfrentar desafios complexos e oferecer resultados superiores, sempre alinhados às melhores práticas ambientais e regulatórias. A confiança depositada por nossos clientes é um reflexo do nosso compromisso com a excelência e a inovação contínua.
O Sump Dry System é uma lagoa artificial permeável com tecido filtrante que armazena e desidrata a rejeito para disposição final. O material a ser desidratado é bombeado para dentro do sistema e, por força da gravidade, o líquido percola pelos poros do tecido e o material sólido fica retido em seu interior.
Entre as principais vantagens do uso do SDS podemos destacar:
Permite o reuso da estrutura
Baixo custo operacional
Simplificação do processo de enchimento
Sistema modular
Aceita variação de vazão e características do rejeito
A instalação do Sump Dry System é simples e, quando atendidas todas as necessidades operacionais, acontece de maneira rápida.
Preparação do terreno
Para o perfeito funcionamento do SDS o primeiro passo é a preparação do terreno. Essa etapa tem início com o nivelamento da área onde o sistema será instalado, depois a implantação de um sistema de drenagem para a água percolada, da linha de chegada do rejeito e injeção de polímero, a montagem da linha de recalque de alimentação de rejeito e do sistema de injeção de polímero para floculação do material.
Montagem da estrutura
Logo em seguida tem início a montagem da estrutura metálica de sustentação das paredes. Com ela finalizada, é possível instalar o tecido filtrante permeável e montar o sistema de bombeamento do percolado, este último somente se necessário.
Operação do sistema
A operação do Sump Dry System envolve a alimentação do sistema, feita pelo bombeamento do material a ser desidratado para o interior do SDS. Nessa fase é injetado polímero floculante na linha que passará pelo sistema de misturador hidráulico. O objetivo é melhorar o desaguamento do material.
Ao final do desaguamento, o material deverá ser removido com uso de pá carregadeira ou retroescavadeira para não danificar o geotecido drenante. O carregamento do material desidratado é feito por caminhões até uma área de disposição final.
Recomposição do Sump Dry System
Após a limpeza de todo o rejeito desaguado, o sistema é limpo e, se necessário, pequenos reparos na estrutura são realizados para o início de um novo ciclo. Ao final dessa atividade o sistema está pronto para operar novamente.
O ciclo pode ocorrer quantas vezes forem necessárias para atender a demanda de desaguamento.
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